Sim, eu já fui mãe, mas você não havia sido irmão…

Na primeira semana que Ana chegou, tivemos uma fase de encantamento, tipo comercial de margarina, Raul saiu do período integral, passou a estudar somente pela manhã e de tarde fazíamos tênis, brincadeiras, vida boa por conta da licença maternidade.

Contudo, semanas depois notamos os efeitos dos ciúmes… Essa situação ainda mal resolvida trouxe a tona os defeitos intensificados que todos nós temos. No caso do Raul se manifestou com muita agitação, afrontamento e temperamento briguento rsrs…

De principio ouvi os familiares e pessoas mais próximas, os conselhos se resumiam em: Dê atenção a ele, muito carinho, paciência, tolerância e coisas do tipo…

Mas nada melhorava, pelo contrario, tive a sensação de que estava me tornando uma marionete.

Bem, com ajuda profissional, passamos a observar outro prisma: Não ceda a chantagens emocionais, porque isso pode se tornar mais uma batalha dentro de casa. Procure avaliar a situação com serenidade.

Bem, estamos nessa pegada, momentos de rigor e de amor, de cobrança e de brincadeira!

Em resumo, estou completa de amor e de felicidade, porém, meus desafios aumentaram, o que pra mim é bom, gosto de desafios!

Abaixo, gostaria de compartilhar um trecho que me sensibilizou:

“Eu tenho dois filhos, eu entendo ainda mais o quanto a vida muda quando você traz outra criança para a família. Esta mãe sabia, no fundo de seu coração, como as coisas iriam mudar. E queria que este momento durasse um segundo a mais, porque ela já havia passado por isso. Segurar a sua pequena pela última vez, antes que ela não seja mais ‘a pequena’. Ter filhos é um lembrete constante de quão passageiras todas as fases da sua vida são. Quando a ideia de ser mãe de apenas um filho acaba, o último abraço significa muito: você está dizendo adeus a um momento em sua vida que nunca terá novamente – o tempo que você e seu primeiro filho tiveram sozinhos. É provavelmente um sentido, que a maioria das mães que têm mais de um filho experimentam. Há uma sensação tão encantadora, quanto desoladora. E mesmo se os pequeninos não se lembrarem – é inesquecível.”

Obs.: Filho obrigada por me ajudar, por trazer o paninho, a chupeta, enfim, por dedicar atenção a sua irmã. Torço para que cultivem uma boa amizade, neste mundo, família faz toda diferença! Amo vocês!

Ana obrigada por ser essa bebê encantadora, sorridente acima de tudo! Um exemplo para quem acorda de mau humor rsrs…

Você é a nossa Lindeza!

Amor entre Irmãos

Amor entre Irmãos

 

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O presente da cegonha!

É com muita alegria que registro a chegada da nossa filha Ana. O maior presente que a cegonha nos deu!

Recebemos um telefonema especial em 19/09/2017, marcamos então um encontro em 21/09/2017. Foi amor máximo a primeira vista.

Raul nos ajudou com os preparativos e tudo ficou em ordem para recebermos nossa princesa em 25/09/2017.

Uma menina encantadora, com os olhos do papai, a simpatia da mamãe e a alegria de viver do irmão.

Mamãe, eu amo mamar, acordo bem humorada, durmo bem de noite e me interesso pelos brinquedos desafiadores.

Gente meu mundo tá muito rosa!

Só temos a agradecer a Deus pela felicidade concedida. Nossos quatro espíritos se encontraram numa sinfonia perfeita de amor e de luz!

Bem vinda Ana!

 

Refrão de Bolero – Engenheiros do Hawaii

Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão

Mas eu falei sem pensar
Coração na mão, como o refrão de um bolero
Eu fui sincero
Como não se pode ser
E um erro assim tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar

Num bar
Com um vinho barato
Um cigarro no cinzeiro
E uma cara embriagada no espelho do banheiro

(Ana)
Teus lábios são labirintos (Ana)
Que atraem os meus instintos mais sacanas
O teu olhar
Sempre distante, sempre me engana
Eu entro sempre na tua dança de cigana

Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão

Mas eu falei sem pensar
Coração na mão, como o refrão de um bolero
Eu fui sincero
Eu fui sincero

Um erro assim tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar
Num bar

(Ana)
Teus lábios são labirintos (Ana)
É o fim do mundo todo dia da semana
(Eu sigo a tua pista todo dia da semana)
Eu entro sempre na tua dança de cigana

(Ana)
Teus lábios são labirintos (Ana)
Que atraem os meus instintos mais sacanas
E o teu olhar sempre distante sempre me engana
“Iê-iê” É o fim do mundo todo o dia da semana
(Eu sigo a tua pista todo dia da semana)
(Eu falei foi sem pensar, foi sem pensar!)

Compositores: Humberto Gessinger